Depois dos malfadados e megalomaníacos projetos do passado , um apresentado por um radialista /vereador da época, anos 70,

o Naylor de Oliveira, o outro do quarteto Niemeyer, Ruy Ohtake, Mastrobuonno e Jânio Quadros em meados dos anos 80, nos de-

paramos com um outro ,o Arco do Futuro de Sa. Exa. Prefeito Hadad.

Num tempo em que a simplicidade , o bom e barato está em voga, não é tempo de sonharmos com medidas faraonicas, ainda mais

em tempos em que devemos priorizar tanta coisa, como saúde, educação, transportes, segurança. O próprio Prefeito tem tomado

medidas de choque e de resultados mais imediatos, com baixo custo nas diversas áreas de sua administração., com resultados bons.

Claro que mais este projeto sucumbiu e constatamos nesta notícia que transcrevemos do Estadão, pelo mesmo motivo que os an-

teriores, falta de verba, inviabilidade econômica, deem o nome que quiserem, como dizia o velho "seu" André, após uma pitada no

seu cachimbo de barro e uma cusparada na sarjeta da Rio Bonito"num teim dinheru eh eh eh" ou o sr. Ângelo, depois de dar uma

cheirada no rapé, espirrar, assoar o nariz no seu imaculado lenço branco e aí dava o veredito de Chefe , como era chamado ," não há

dinheiro", com a pronúncia de seu impecável Português.

Pessoal , sem pretensão à rima, pessoal caiam na real , não há real!

Vamos à notícia, com um esclarecimento, quando ele se refere a bairros , entenda-se Sub - Prefeituras e o nosso bairro tem trechos de Sub Moóca e Sub Sé:

Diego Zanchetta

 

Ao iniciar a apresentação do modelo definitivo do Plano de Metas 2013-2016 hoje de manhã na Câmara Municipal, por volta das 10 horas, a secretária municipal de Planejamento, Leda Paulani, informou que a meta que incluía obras de apoio viário ao longo da Marginal Tietê, um dos pilares do Arco do Futuro, promessa de campanha do prefeito Fernando Haddad (PT), foi excluída.

Paulani argumentou que a meta que previa abertura e alargamento de avenidas entre as rodovias Dutra e Anhanguera, ao longo da Marginal Tietê, "são obras muitos caras" que foram pensadas para revitalizar o entorno do Rio Tietê e que "o governo não teria condição de fazer." A secretária informou aos cerca de 200 presentes na audiência que eram obras do Arco do Futuro, mas que o projeto segue em andamento, apesar das alterações.

"Não temos recursos para fazer essas obras nesta gestão", admitiu a secretária. Durante a campanha, porém, as obras de revitalização nos bairros no entorno da Marginal Tietê foram apresentadas por Haddad diversas vezes em seu programa eleitoral na TV.

A meta previa obras nos bairros Vila Maria, Vila Guilherme, Santana, Tucuruvi, Casa Verde, Cachoeirinha, Freguesia do Ó, Brasilândia, Pirituba, Lapa, Sé e Mooca. As obras excluídas do Plano de Metas iriam ajudar a fazer a intersecção de dois eixos de desenvolvimento da cidade: as operações urbanas Diagonal Norte e Diagonal Sul, previstas no Plano Diretor de 2002, e o território do Arco do Futuro.

O apoio sul seria uma nova avenida paralela à marginal, de 8,4 km, da Avenida Santos Dumont à Avenida Aricanduva. Ao norte, haveria outra via, de 17,5 km, interligando a Via Dutra à região de Pirituba. Essas obras não estão mais no Plano de Metas. Por outro lado, o governo incluiu uma nova meta que prevê a construção de uma alça de acesso à Avenida Aricanduva, sobre a Marginal.

O próprio Haddad adiantou no mês passado que, após 45 consórcios apresentarem propostas para obras na parte norte do Arco do Futuro, o projeto principal de sua campanha seria alterado. Haverá mais áreas reservadas para habitações de interesse social, como para condomínios do Minha Casa Minha Vida, e menos obras viárias. No dia 19 de julho o prefeito adiantou que a proposta seria apenas "atualizada."

OPERAÇÃO DELEGADA

Durante a audiência na Câmara a secretária municipal de Planejamento também informou que não haverá mais patrulha à noite dos PMs contratados pela Prefeitura por meio da Operação Delegada. "Essa foi uma ideia que a população não recebeu bem nas audiências", justificou a secretária. "A população reclamou muito da violência dos policiais. A Operação Delegada não era uma meta nossa de campanha e não é prioridade do governo. Segurança é uma questão de Estado que o Município contribui na medida do possível."

Um convênio assinado entre Haddad e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) em março previa o uso de um terço do efetivo dos homens da Operação Delegada (1.745 soldados) na patrulha de bairros à noite. Mas boa parte dos PMs se recusava a fazer o 'bico' oficial da Prefeitura em bairros mais distantes – hoje eles ficam principalmente na região central, ajudando no combate ao comércio informal.

A secretária, questionada se a PM continuaria sendo usada para combater os camelôs ilegais, afirmou que "esse governo não compactua com nenhum tipo de violência policial, seja para retirar invasores das ocupações seja para perseguir os camelôs nas ruas."

 

Jayme Antonio Ramos

historiasdopari.wordpress.com