Continuando a reviver postagens antigas de nosso blog vamos a mais uma .

MAIS DISCURSOS – PARTE III

Antigamente eram comuns em todas a cerimonias, discursos que poderiam emocionar, levar às lágrimas ou a gostosas gargalhadas, como já pudemos observar numa crônica anterior.

Nessas narrativas,não tenho o intuito de ridicularizar ninguem mas de apenas comentar fatos curiosos, porisso omito ou substituo nomes reais por nomes fictícios, principalmente em respeito à memória de seus protagonistas. Protagonistas,voluntária ou involuntariamente em situações que todos podemos passar. Mas que são engraçadas, são.

Houve de 1924 ao início da década de 60 um clube no Pari de nome Dragão Paulista. Em meados da década de 60 até meados da década de 70, filhos de ex jogadores fundaram o Dragão do Pari F.S.

Pois bem, voltemos ao Dragão Paulista que comemorava os seus aniversários, fazendo uma festinha onde não podia faltar o discurso do sr. Gustavo. Os discursos do sr. Gustavo eram longos e repetitivos, dado ao estado etílico do orador, principalmente. Depois de várias reclamações, sr. Gustavo levou o discurso devidamente datilografado, porem várias páginas davam aos outros participantes da festa, uma previsão do que os esperava. Previsão acertada,pois dado ao seu estado de etilismo,sr.Gustavo começou a embaralhar as folhas do discurso, tornando o discuso tão repetitivo quanto antes. Os presentes começaram a vaiar ,a gritar que parasse, ao que o sr. Gustavo se irritava e ai começaram a cair algumas folhas do discurso, ele abaixava-se para pega-las deixava cair outras, enfim foi uma comédia. Nervoso com a situação, vendo a platéia entre irritada e gargalhando, ele jogou as muitas folhas para cima e mandou todos os presentes para aquele lugar que voces podem imaginar.

Esse foi o último discurso do sr. Gustavo e nos outros anos, apesar da insistência de alguns sr. Gustavo resistiu e as festas nunca mais foram tão divertidas.