Hoje é o Dia dos Direitos Humanos Dia dos Direitos Humanos – 10 de dezembro O Dia dos Direitos Humanos apresenta uma oportunidade, a cada ano, de celebrar os direitos humanos, destacar um tema específico e promover o pleno respeito a todos os direitos humanos, por todos, em todos os lugares. Este ano, o foco é sobre os direitos de todas as pessoas – mulheres, jovens, minorias, pessoas com deficiência, povos indígenas, os pobres e marginalizados – para fazer ouvir a sua voz na vida pública e para que ela seja incluída no processo de decisão política. Estes direitos humanos – os direitos à liberdade de opinião e de expressão, de reunião pacífica e de associação, e de participar no governo (artigos 19, 20 e 21 da Declaração Universal dos Direitos Humanos ) – têm estado no centro das mudanças históricas no mundo árabe nos últimos dois anos, em que milhões foram às ruas para exigir mudanças. Em outras partes do mundo, os “99%” fizeram suas vozes serem ouvidas através ...
Realmente houve um equívoco esse casarão não é o que pertenceu ao meu avô! Como a maioria das casas da época aí nessa localização eram casarões acabei me confundindo. Peço desculpas a Dona Patrícia e informo que a casa de meu avô era depois da Rua Paraiba sentido largo Silva Teles!!
Jayme vou verificar aqui devo ter fotos de meu Avô e com minha prima vou verificar a foto da casa e lhe mando.
Não sei se é de seu conhecimento, mas meu Pai faleceu a dois anos e recentemente a ultima irmã!!!
Abraços!!!!""
Ainda a respeito do belo casarão da rua Maria Marcolina, as informações me foram passadas e eu postei, depois confor-
me o texto acima, quem as passou se enganou e já pediu desculpas , o casarão era outro já demolido.
Outras pessoas também dignas de crédito me passaram outras informações de que o citado imóvel havia sido também de proprietários que não o Corrêa, nem o Frugielle, do Ivo Noal. Minha mãe e meu tio me falaram que os proprietários eram descendentes da família Nascimento , um próspero comerciante da rua Oriente, outros me falaram que era um sírio que teve uma loja de tecidos chamada Santo Antonio e que patrocinou alguns desfiles carnavalescos na Larguinho.
Diante do ênfase de algumas senhoras atuais proprietárias do imóvel e em respeito a seus ancestrais eu, democraticamente exibo todos os comentários. Eu só quis mostrar um dos belos pontos de nosso bairro e não adjetivei ninguém , nem insinuei coisa alguma, o Manoel já pediu desculpas , eu já exibi os pontos , não conheço o assunto , apenas transcrevo o que me passam.
O casarão é das senhoras , parabéns e se eu as feri em alguma coisa ,desculpem , não é esse o meu objetivo, que é engrandecer a história do bairro que amo muito.
Fiquem com Deus e
Saudações Parienses !
JAYME RAMOS