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Mais uma reflexão de Cláudio Cursini, agora reproduzindo um texto de

autor , segundo ele , desconhecido, mas, muito interessante, principal-

mente nestes tempos em que vemos as pessoas, principalmente os jo   -

vens em direção a dois caminhos opostos e radicais, ao menos aqui no

Brasil. Como são caminhos radicais, são a meu ver, não racionais e os

caminhos são, total descrença em Deus ou fanatismo por religiões, se -

jam elas quais forem.

Movimentos religiosos são até bem vindos, desde que não levem as pes-

soas a atos cada vez mais extremados e até violentos.

Respeito é importante e para tal é preciso ser de ambas as partes.

Jesus Cristo trouxe ao mundo quando indagado pelos seus futuros algo-

zes, uma lição que desde que seguida torna-se um guia para todos.

" Amar ao próximo como a ti mesmo! ", tudo está nessa simples e singela

frase.

Vamos ao nosso amigo pariense Cláudio Cursini:

Autor Desconhecido
O Tempo de Deus
Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.
Uma pessoa intrigada com aquele comportamento perguntou-lhe qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu, e respondeu:
- Há alguns anos eu era um professor de natação que ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento, as palavras daquele ensinamento me vieram à mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.
E continuou relatando:
- Finalmente, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar. Naquela noite, fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes de saltar na água...
Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar ou retardar os acontecimentos, pois tudo acontecerá no seu devido tempo, e esse tempo é o "Tempo de Deus", e não o nosso!
Autor Desconhecido