Mais um texto de nosso blog que revemos.

Continuando com as histórias parienses , vamos com a máquina do tempo retroceder aos anos 70 e nos deparamos com o flagrante que dona Emengarda, professora e prendada dona de casa deu no marido," seu" Zoroastro , bancário da maior competência na cama com UM colega de trabalho. Dona Emengarda foi às compras na Oriente e quando voltou viu a cena.Dona Emengarda, chocada com  a cena , sumiu, fugiu de casa e até hoje ninguem sabe o seu paradeiro.Tem a da Ophélia que parou na venda do meu pai toda orgulhosa, pois havia comprado uma bela melancia na feira.. Ophélia pediu para o meu pai cortá-la , ele o fez sem demoras, não sem antes pegar uma generosa fatia, pois era a sua fruta preferida, apesar das negativas da mocinha. Fato imediato a italianinha pegou uma das metades e enterrou na cabeça do meu pai. " Cê qué melancia, Djaimo?, intão introncha" ela esbravejava, enquanto meu pai gargalhava.E nos anos 10, o comendador riquíssimo que atirava de sua sacada moedas só para ver o pessoal se engalfinhar.Mas o comendador tinha a mania de querer cantar as mulheres casadas. Conseguia com algumas e com outras não, os seus programinhas, por sinal muito bem pagos.  Veneranda, cansada de levar as famosas cantadas resolveu contar ao marido, o sr.Cunegundes. Para surpresa da dona Veneranda o seu marido pediu que ela aceitasse .Pois bem ,  no dia combinado estavam os dois pombinhos num hoteleco, quando o marido adentra ao quarto portando uma arma e ameaçando o comendador de morte se não passasse todo o dinheiro. Comendador sem pestanejar, passou todo o dinheiro e ficou a ver navios. Enfim , são histórias , que as borbotões vão saindo do bau