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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

[Circo do Parito] Fwd: O PAPEL DAS IGREJAS NA DITADURA - Coleta Pública de Testemunhos


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: JBM <josinob7@gmail.com>
Data: 23 de outubro de 2014 01:54
Assunto: Fwd: O PAPEL DAS IGREJAS NA DITADURA - Coleta Pública de Testemunhos
Para:



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Pastoral Fé e Politica - ArquidioceseSP <contato@pastoralfp.com>
Data: 22 de outubro de 2014 23:28
Assunto: O PAPEL DAS IGREJAS NA DITADURA - Coleta Pública de Testemunhos
Para: Pastoral Fé e Politica - Arquidiocese SP <contato@pastoralfp.com>


Governo de São Paulo e Secretaria da Cultura apresentam no
Memorial da Resistência de São Paulo

O PAPEL DAS IGREJAS NA DITADURA

Coleta Pública de Testemunhos
Sábado, 25 de outubro de 2014, das 14h às 17h30
Largo General Osório, 66 – Luz
Auditório Vitae – 5º andar
 
Durante a ditadura civil-militar (1964-1985), distintos grupos religiosos tiveram participações decisivas no contexto sociopolítico do período, tanto na resistência como também no apoio ao governo, sobretudo nos primeiros anos a partir do golpe.
 
Esta mesa pública de testemunhos – O Papel das Igrejas na Ditadura – contará com a presença de Anivaldo Padilha, Waldemar Rossi, Frei Carlos Josaphat, Magali Cunha e Alberto Kleinas. Por meio de suas trajetórias de militância e pesquisas, os convidados apresentarão um panorama sobre os distintos envolvimentos das Igrejas durante o período.
 
As Coletas Públicas de Testemunhos são parte do Programa Coleta Regular de Testemunhos do Memorial da Resistência de São Paulo, que tem como objetivo preservar as memórias da resistência e da repressão políticas por meio dos testemunhos dos protagonistas da resistência.
 
PROGRAMAÇÃO
14h00 – Boas-vindas. Coordenação: Karina Alves Teixeira (Memorial da Resistência de São Paulo)
14h15 – Mesa de Testemunhos
MediaçãoAnivaldo Padilha (Ex-preso político, jornalista, foi diretor do Departamento Nacional da Juventude da Igreja Metodista, militante da Ação Popular – AP e do movimento ecumênico nacional e internacional. Após a prisão, passou treze anos no exílio, onde continuou sua luta contra a ditadura. É coordenador do Grupo de Trabalho "O Papel das Igrejas durante a Ditadura", da Comissão Nacional da Verdade).
 
Waldemar Rossi (Ex-preso político, operário, iniciou sua militância na Juventude Operária Católica – JOC. Foi uma das principais lideranças da Pastoral Operária – PO, e da Oposição Sindical Metalúrgica – OSM. Foi convidado por D. Paulo Evaristo Arns a fazer parte da Comissão Justiça e Paz. Hoje, continua sua militância no meio sindical, em movimentos populares e na luta por memória e justiça)
 
Frei Carlos Josaphat (Frei Dominicano, teólogo, defensor dos Direitos Humanos e das Reformas de Base. Adepto do "método Paulo Freire" e da pedagogia libertadora. Colaborou com o Jornal Brasil Urgente e o Jornal do Povo. Professor emérito da Universidade de Fribourg – Suíça, tem suas principais obras publicadas no Brasil e no exterior).
 
Magali Cunha (Professora e doutora em Ciências da Comunicação, tem experiência nas áreas de Comunicação e Cultura, Comunicação e Imaginário, Comunicação e Religião. Integra a diretoria da Associação Internacional Mídia, Religião e Cultura. É pesquisadora do Grupo de Trabalho "O Papel das Igrejas durante a Ditadura", da Comissão Nacional da Verdade)
 
Alberto Kleinas (Cientista Social, professor, pesquisador especializado nos temas da trajetória da esquerda judaica paulista, política internacional, diplomacia e relações internacionais Brasil-Israel, conflito árabe-israelense. Atualmente é assessor técnico da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo da Prefeitura Municipal de São Paulo)
 
 
17h00 – Debate
Informações à imprensa:
Carla Oliveira – (11) 3324 1007 – coliveira@pinacoteca.org.br
Jamille Menezes – (11) 3339-8243 – jmferreira@sp.gov.br
Natália Inzinna – (11) 3339-8162 – ninzinna@sp.gov.br
 

Minha fé é política porque ela não suporta separação entre o corpo de Jesus e o corpo de um irmão.
Minha fé é política porque crê que a economia pode mudar um dia e ser toda solidária.
Minha fé é política porque acredito na juventude, na sua força e inquietude, no seu poder de diferença
e na força da velhice que com sua sabedoria e experiencia ainda tem muito a colaborar, para um país justo, igualitário sem tantas injustiças sociais.. 
 
Pastoral Fé e Política
Arquidiocese de São Paulo
A partir de Jesus Cristo em busca do bem comum
 
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Postado por Blogger no Circo do Parito em 10/22/2014 09:13:00 PM

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