Publicidade

Ultimas noticias

domingo, 5 de agosto de 2018

Exposição de Pintura de Erick Wilson

Exposição de Pintura de Erick Wilson


"Além das ondas" é o título da exposição de pintura que Erick Wilson, autor do mural da Ladeira do Sítio, apresenta na Galeria Municipal, de 4 a 25 de agosto. Artista plástico, surfista e mergulhador Erick Wilson conhecido como Artista do Oceano é embaixador do mar da ONG Internacional SEA SHEPHERD, membro da OCEAN ARTISTS SOCIETY e fundador do projeto social “AMIGOS DO OCEANO”, onde realiza um trabalho de educação ambiental através da arte, passando uma mensagem de preservação dos oceanos e descobrindo novos talentos. O seu primeiro mural surgiu em 2004. É autor de vários existentes no Brasil (Bahia, Fernando de Noronha, Recife, Espírito Santo, São Paulo, Natal, Rio de Janeiro e Paraná) e do que se apresenta na Ladeira do Sítio da Nazaré, dedicado à onda gigante da Praia do Norte e ao Forte de S. Miguel Arcanjo. O projeto “Gigantes do Mar” começou a ganhar forma em 2014 e tem como objetivo pintar 80 murais no Brasil, retratando animais marinhos gigantes em tamanho real (baleias, raias manta, tubarões e outros). Entrada Livre. Horário: 2ª a 6ª feira 09h30-13h00 e das 14h00 às 18h00. Sábado: 15h00-18h00. Encerra ao domingo e feriados.

sábado, 28 de julho de 2018

Endividada, Portuguesa destrói piscinas para construir “camelódromo”




Clube Portuguesa em Crise


Endividada, Portuguesa destrói piscinas para construir “camelódromo”

Devendo 350 milhões de reais e com seis presidentes em cinco anos, a Associação Portuguesa de Desportos enfrenta seu pior momento

Um dos mais tradicionais clubes da capital, a Associação Portuguesa de Desportos vive um pesadelo digno das tragédias contadas em fados lusitanos. A organização, cujo time de futebol lançou jogadores como Djalma Santos e chegou a ser vice-campeão nacional em 1996, amarga uma dívida recorde de 350 milhões de reais. O calvário começou em 2013, com o rebaixamento do time à série B do Campeonato Brasileiro. Desde então, a equipe sediada no Estádio do Canindé, na região central, foi caindo, caindo…
Um dos principais golpes no campo veio no ano passado, quando ela ficou fora da quarta e última divisão do torneio. Para piorar, neste primeiro semestre, novamente não conseguiu subir para a série A1 do Paulistão, da qual saiu em 2015. Quanto mais escorrega nos campos, menos receita a instituição angaria com direitos de televisão e patrocínios, e mais endividada fica. No ano passado, quase metade de seu terreno de 102 000 metros quadrados (a outra metade pertence à prefeitura) foi levada a leilão por duas vezes, mas não houve interessados. A atual diretoria investe em uma empreitada desconexa da bola para tentar amenizar a situação de penúria.
A inauguração do estádio, nos anos 70: história de glórias
A inauguração do estádio, nos anos 70: história de glórias (Museu Histórico da associação Portuguesa de Desportos/Veja SP)
A aposta da vez consiste na construção de uma espécie de “camelódromo”, chamado de Feirinha da Madrugada da Portuguesa. Para isso, destinaram-se duas áreas de 28 000 metros quadrados no total, o equivalente a três campos de futebol. Serão 5 000 estandes voltados sobretudo a ambulantes que atualmente trabalham de maneira irregular nas ruas do Brás, bairro vizinho dali, e comercializam em sua maioria produtos piratas.
Os organizadores, entretanto, atestam que não haverá itens falsificados nesse novo local e todo o comércio estará de acordo com a lei. A iniciativa poderá render a princípio 20 milhões de reais ao clube. O anúncio do projeto, ou a falta dele, pegou sócios e conselheiros de surpresa. Eles não esperavam pela chegada, em maio, de máquinas e escavadeiras que demoliram o complexo aquático do clube, fechado havia um ano por falta de manutenção. “Tudo foi feito sem nos consultar”, reclama António Sérgio Pinto Ribeiro, ex-presidente do conselho deliberativo da Lusa.
O atacante Dener, após marcar contra o São Paulo, em 1992, no Canindé
O atacante Dener, após marcar contra o São Paulo, em 1992, no Canindé (Djalma Vassao/Estadão Conteúdo)
Tão logo soube da obra, em junho, a Prefeitura Regional da Mooca a embargou por falta de alvará. Mas já era tarde. As quatro piscinas e a arquibancada de 130 metros de comprimento, inauguradas em 1965, acabaram praticamente aterradas. Como continuou a demolição, entre outras infrações, o clube foi multado mais três vezes. Os valores de todas as sanções chegam a 463 000 reais. Depois disso, os trabalhos foram suspensos, mas a ideia persistiu.
Em seguida, a gestão iniciou o asfaltamento de uma área próxima, de 12 000 metros quadrados, até então reservada a eventos como a famosa festa junina — extinta no ano passado. “Recorremos das multas e vamos dar continuidade ao projeto”, garante o presidente da entidade, Alexandre Barros, 43, radialista. Ele herdou do pai o amor pela equipe e pela profissão. A ideia é arrecadar 150 000 reais por mês com a locação dos dois espaços, quando o centro de compras estiver funcionando integralmente.
José Silvio, Felipe, Lorenzo e Manuel Gaspar (em sentido horário): quatro gerações de fãs
José Silvio, Felipe, Lorenzo e Manuel Gaspar (em sentido horário): quatro gerações de fãs (Aleandre Battibugli/Veja SP)
A feirinha da Portuguesa será bancada pelo ex-pastor evangélico Diego Araújo Agiani, 36, com histórico complicado. Ele responde no Ministério Público de Barueri, na região metropolitana, a dois processos por estelionato. Além disso, o empresário foi acionado judicialmente, no início deste mês, por não pagar pensão alimentícia a um filho fora do casamento. “O menino é o amor da minha vida, e os casos criminais foram arquivados”, defende-se Agiani, que cobrará 10 000 reais de cada vendedor a garantia de um ponto. “Temos mais de 5 000 interessados”, calcula ele, que dividirá com o clube esses lucros.
A fase inicial, com 2 700 barracas, deve ficar pronta até o fim de agosto. A segunda etapa depende do alvará, que, se tudo correr como esperado, demorará até seis meses para sair.
O dia a dia da Portuguesa equivale ao de um trabalhador que ganha pouco, está com o nome sujo, não tem crédito na praça e acabou impossibilitado de fazer movimentações bancárias por causa de penhoras judiciais. Todas as receitas obtidas com o aluguel de recintos, como o ginásio de esportes, locado à Igreja Renascer por 60 000 reais mensais, e a churrascaria virada para a Marginal Tietê, por 20 000 reais por mês, vão direto para os credores. No Campeonato Paulista da série A-2 deste ano, os 600 000 reais pagos pela Federação Paulista de Futebol também não desembarcaram no cofre da agremiação.
Barros: o sexto presidente em cinco anos
Barros: o sexto presidente em cinco anos (Alexandre Battibugli/Veja SP)
A Lusa se defende de mais de sessenta processos trabalhistas. Uma das soluções para ter caixa disponível é abrir oportunidades para eventos, do naipe de raves e shows (no ano passado, houve apresentação de Wesley Safadão), e cobrar dos interessados à vista, em dinheiro. Em 2017, rolaram vinte atrações do tipo, com uma receita de cerca de 500 000 reais, pagos com antecedência.
“Quando o oficial de Justiça vinha penhorar a renda, informávamos que o valor já havia sido usado para quitar salários”, diz o presidente, que calcula despesas de 1 milhão de reais por mês com a organização. Em relação a sócios, nos tempos áureos, o clube chegou a exibir 120 000 afiliados. Hoje, são 6 700. Apenas 700 deles precisam pagar a mensalidade de 50 reais, o restante está isento da taxa.
Na sexta (20), enquanto falava a VEJA SÃO PAULO, Barros, que assumiu o comando da entidade em janeiro de 2017 (foi o sexto presidente em cinco anos), conversava com dirigentes sobre como criariam uma “vaquinha” para pagar um boleto de 1 650 reais. O documento precisava ser quitado até a segunda-feira seguinte. Assim, o Corpo de Bombeiros realizaria uma vistoria a fim de liberar o estádio a tempo da estreia da Copa Paulista, uma competição com equipes pequenas que destina ao campeão uma vaga na série D do Brasileirão ou na Copa do Brasil. Em 5 de agosto, o time estreia em casa contra o Nacional, da Barra Funda.
Lucas dos Santos: atleta encontrado morto na piscina do complexo
Lucas dos Santos: atleta encontrado morto na piscina do complexo (Antonio Cícero/Agência Gazeta Press/Veja SP)
Uma das dívidas do grupo tem a ver com a trágica morte de um jogador da base em uma piscina do complexo, em 2016. No local onde Lucas Jesus dos Santos, 16, foi encontrado morto, não havia salva-vidas. “Nunca nos ligaram, fiquei sabendo do que aconteceu pela televisão”, desabafa Magda Santos, tia do jovem. O caso rendeu ao clube, em julho do ano passado, uma condenação de 450 000 reais, em valores atualizados. A depender da situação, a quantia vai demorar para ser liquidada. “Infelizmente não conseguimos honrar esse compromisso agora”, diz Barros.
Os últimos tempos, de pouco futebol e muita discussão nos bastidores, serviram para unir torcedores, que, vendo a degradação e o abandono das instalações do Canindé, promoveram por conta própria ações de manutenção. Por meio do grupo de WhatsApp chamado S.O.S. Estádio do Canindé, organizaram a reforma do centro de treinamento e um rateio de 16 000 reais para a pintura das arquibancadas. Parte da tinta foi custeada por um plano de saúde, que exibirá totens no campo por um ano.
O comandante da iniciativa é o aposentado Artur Cabreira, 61, amante do time desde pequeno. “Quero que acreditem que a Portuguesa ainda tem jeito”, almeja. O próximo plano é pôr fim às goteiras nas marquises do estádio. “Chove mais dentro que fora”, brinca Artur. A obra deve custar 100 000 reais, e a previsão é que o valor seja arrecadado em rifas e doações.
Mesmo em tempos difíceis, alguns fãs não deixam a paixão de lado. O empresário Felipe Gaspar, 29, integra uma família com quatro gerações de torcedores da Lusa. Quem começou o legado foi seu avô Manuel, 92, que chegou ao Brasil há cerca de sessenta anos e se encantou pelo rubro-verde. “Todo fim de semana os parentes se reuniam para comer bolinho de bacalhau e assistir aos jogos”, lembra Felipe.
Antônio e seus famosos bolinhos de bacalhau: lanchonete fechada
Antônio e seus famosos bolinhos de bacalhau: lanchonete fechada (Alexandre Battibugli/Veja SP)
O ponto mais tradicional do pedaço para saborear o salgado, no entanto, deixou de existir. Antigo dono da lanchonete Tri-Fita Azul, que funcionou por quatro décadas, o aposentado Antônio de Jesus da Conceição, 73, deu seu último expediente em maio. “Vendia 3 000 bolinhos em dias de partida”, recorda o senhor português. “Nos últimos tempos, não passavam de 200.”
Entre os torcedores ilustres, destacam-se o cantor Roberto Leal e o maestro João Carlos Martins. A dupla se apresentou em diversas festas da Lusa sem cobrar cachê. Na campanha de 2013, que terminou com o rebaixamento da equipe à série B, Martins deu palestras motivacionais para incentivar os esportistas. “Quando conversamos pela primeira vez, eles ganharam de 4 a 0 do ‘Coringão’”, lembra o músico. Os artistas também participaram de uma manifestação na Avenida Paulista, provocada pela punição da turma com perda de pontos no Campeonato Brasileiro de 2013. A polêmica se devia à escalação do meia Héverton, mesmo suspenso, na última partida do torneio.
O protesto, batizado de “Diga não ao tapetão”, não foi suficiente para fazer a equipe escapar de ser penalizada — e rebaixada. A situação foi a gota d’água para que o escritor e cientista político Jorge Caldeira largasse mão do entusiasmo. “O amor de cinquenta anos acabou. É uma viuvez”, lamenta. “A Portuguesa à qual estava acostumado, que brigava com os grandes, não existe mais.”
Roberto Leal e João Carlos Martins em manifestação de 2013: torcedores ilustres
Roberto Leal e João Carlos Martins em manifestação de 2013: torcedores ilustres (Lincoln Pereira de Oliveira/Agencia Gazeta Press/Veja SP)
Outra personalidade que também vestiu a camisa da esquadra foi o apresentador Zeca Camargo, que conserva um carinho nostálgico. “Apesar de não acompanhar os jogos, sempre que perguntam meu time respondo: a Portuguesa. É uma paixão antiga”, explica.
Fundada em 14 de agosto de 1920, a Lusa surgiu da fusão de cinco clubes de origem portuguesa. Sua primeira sede foi instalada no Cambuci. Na década de 40, mudou-se para o Largo São Bento, no centro. Nos anos 50, reuniu um grupo de jogadores que se consagraram na seleção brasileira, como o lateral direito Djalma Santos e o ponta-direita Julinho Botelho.
Na mesma década, adquiriu o terreno às margens do Rio Tietê, então pertencente ao São Paulo Futebol Clube. A inauguração do estádio ocorreu em 1972. A essência da associação por muito tempo consistiu em formar grandes atletas, a exemplo de Félix, Dener, Enéas e Leivinha. Até o atual técnico da seleção, Tite, jogou uma temporada pela Lusa nos anos 80, quando veio do Clube Esportivo Bento Gonçalves.
O último grande time do Canindé, que jogou em 2011 na campanha invicta da Série B, ganhou o apelido de “Barcelusa”, em alusão ao Barcelona, da Espanha. “Depois disso, foi só desgraça”, afirma o empresário Vital Vieira Curto, que mantém um “museu” do rubro-verde no Canindé. O lamento da torcida tem entre suas principais vozes o filho do homem que começou a construção da Portuguesa. “Foram quarenta anos de dedicação do meu pai a esse clube, que está sendo destruído por alguém que quer montar uma feirinha. É muito triste”, alfineta Marco Antônio Teixeira Duarte, cujo pai, Oswaldo Teixeira Duarte, que foi o principal dirigente da história da Portuguesa, dá nome ao estádio.
Grandes nomes da lusa
Djalma Santos. Lateral direito e campeão do mundo em 1958
 (Cistiano Mascaro/Veja SP)
Edu Marangon. Atacante, foi em 1988 para o Torino, da Itália
 (Reprodução Facebook/Veja SP)
Zagallo. Treinou a equipe rubro-verde em 1999
 (Eduardo Monteiro/Veja SP)
Tite. Técnico da seleção, fez seis gols em 22 jogos em 1984
 (Antonio Lucio/Veja SP)
Basílio. Jogou onze anos na Lusa, até ir para o Timão, em 1975
 (Lemyr Martins/Veja SP)
Leandro Amaral. Atacante nos anos 90, é campeão de gols no Canindé: 62

domingo, 15 de julho de 2018

Festiva de Transmissão e Posse - Conselho Diretor 2018-2018

Premiações
Orlirio - Protocolo
Palavras do Presidente Sidney
Falando do clube e nosso distrito 4610
Paul harris companheiro Jaelson
Homenagens
Premiado com safira
 
Governador Edson Borcato

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Espaço de Recreação Pet - ParCão

Espaço de Recreação Pet - ParCão, numa Praça Pública , no dia 24 de Junho - Esta praça, ainda está muito depredada, sem iluminação, lixo. Porisso iniciaremos com este projeto para inserir a comunidade para utiliza-la com frequencia .

Fonte : Facebook

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Santo Antônio do mundo inteiro

Santo Antônio do mundo inteiro




 Viva Santo Antônio! Hoje é o dia de nosso Santo Antônio de Pádua, de Lisboa e do mundo inteiro. Neste momento, onde você estiver, receba a bênção de Deus, por intercessão de Santo Antônio. Acompanhe 

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Prefeitura embarga “destruição do Canindé” e aplica quatro multas na Portuguesa

A Prefeitura de São Paulo acaba de embargar as obras que estão sendo realizadas na sede da Portuguesa, entre as quais a demolição das piscinas para sublocação do clube à “Feirinha da Madrugada”.
Foram cometidas, segundo documento de embargo, diversas infrações ao Código de Obras e Edificações.
Além da proibição, a Lusa recebeu quatro multas, ainda sem valores divulgados.
Ou seja, o presidente Alexandre Barros destruiu o clube e não poderá dar sequência sequer à demolição, quanto mais à possível reforma, conseguindo ainda novas despesas às já combalidos caixas lusitanos.

Fonte : Blog do Paulinho

quinta-feira, 17 de maio de 2018

terça-feira, 8 de maio de 2018

CÂMARA MUNICIPAL APROVA CRIAÇÃO DA PREFEITURA REGIONAL DO BRÁS/PARI



PREFEITURA REGIONAL DO BRÁS / PARI APROVADA EM SEGUNDA VOTAÇÃO -Uma antiga reivindicação dos moradores da região do Brás / Pari está prestes a se tornar realidade. Na noite de ontem, consegui aprovar em segunda votação meu projeto de lei (PL 473/2008) que cria a Prefeitura Regional do Brás / Pari e garante mais autonomia e independência para tratarmos de perto dos problemas de nossa região. O PL agora segue para sanção do prefeito Bruno Covas. 
Hoje, as ruas do bairro são a maior expressão de comércio popular da capital paulista. Só a importância comercial e o número de pessoas que circulam diariamente pela região, estima-se que sejam mais de 400 mil pessoas, já exige um olhar mais atento da administração pública.
Isso sem falar no ganho direto que teremos em agilidade dos serviços de zeladoria urbana, na revitalização urbana do bairro e em intervenções para melhoria de tráfego. E também há a proposta da criação de um posto Poupatempo na futura Prefeitura Regional, para facilitar ainda mais a vida da população.
Outro ponto importante que justifica a criação desta nova Prefeitura Regional é o desafogo que teremos na gestão da Mooca, atualmente responsável por seis distritos e mais de 300 mil habitantes e que encontra-se sobrecarregada em suas demandas.
Também não posso deixar de citar minha preocupação com o crescimento desorganizado do comércio popular de rua na região, além dos índices críticos de insegurança que tanto afligem os moradores. Para isso, será fundamental que tenhamos a mobilização necessária para sancioná-lo e assim conseguirmos identificar e debater de maneira profunda todos os nossos problemas.
E no que tange ao meu mandato parlamentar coloco-me, como sempre, à disposição para tornarmos novamente o Brás mais acessível e inclusivo para todos nós! Um bairro que respeita seus moradores e pensa sempre na segurança e no bem-estar de seu cidadão. Um bairro que não é conduzido, mas que conduz seus próprios rumos!
TIRA DÚVIDAS – Para que servem as Prefeituras Regionais?
Consideradas “pequenos municípios”, as agora denominadas Prefeituras Regionais (até 2016 eram chamadas de Subprefeituras) são unidades administrativas descentralizadas da prefeitura. Existem na cidade de São Paulo 32 delas, que realizam ações voltadas desde serviços a pequenas obras. Regidas pela lei nº 13. 999, de 1º de agosto de 2002, desde então, funcionam (ou deveriam) como o canal mais próximo e direto com a população local. Cada regional é administrada por um subprefeito, indicado pelo prefeito, responsável por gerenciar e controlar os assuntos municipais em âmbito local. A mais nova, com funcionamento a partir de 2013, é a Subprefeitura de Sapopemba, na zona leste, com capacidade para atender às demandas de até 500 pessoas, todos os dias.



quinta-feira, 26 de abril de 2018

Almoço Dançante na Portuguesa

ALMOÇO DANÇANTE na Portuguesa! 

Tenha a oportunidade de saborear uma deliciosa BACALHOADA (entre outras opções de pratos) e bailar ao som da Tocada da Lusa no Salão Nobre da Portuguesa de Desportos.

Leve a família e os amigos para passar o domingo em um verdadeiro almoço lusitano e ainda assistir a apresentação do Grupo Folclórico da Portuguesa.

• Data e horário: 29 de abril a partir das 13 horas.
• Local: Salão Nobre da Portuguesa de Desportos

• Valor do Convite: R$ 70,00
(*valor apenas do almoço, bebidas serão cobradas à parte.)

#LUS2A 
#AlmoçoDançanteNaPortuguesa 
#BacalhoadaÀportuguesa 


domingo, 22 de abril de 2018

Festa de Santa Rita - 2018


Programação

Dia de Santa Rita

Missas:
08h - 10h - 12h - 15h - 17h - 19h (Procissão)

Quermesse das 17 às 23 horas
Sábados e Domingos

De 28 de abril a 27 de maio

Rua Santa Rita, 799 - Pari - SP
(11) 2963-7985 / (11) 2796-6842